sexta-feira, 18 de julho de 2008
Capa de The New Yorker
segunda-feira, 30 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
Grande Cartum
Sempre achei o cartum uma forma de expressão artística interessantíssima, mormente porque é exigido do artista que expresse em poucos quadros e de forma criativa um pensamento, muitas vezes profundo e capaz mesmo de levar à reflexão. É, portanto, um elogio à síntese inteligente. Tenho aprendido algo com os Pingüins dos Trópicos, mas nada que se iguale ao volumoso trabalho do argentino Quino, criador de Mafalda. O cartum acima é retirado do seu livro “Quanta Bondade!”, embora eu já o tenha pego nesta forma digitalizada de outro site da Internet (do site omedi.net). Clique no cartum para vê-lo em tamanho maior e me diga se não é uma visão crítica perfeita da frivolidade que assola o homem na contemporaneidade.
Abs.,
Lycurgo
sexta-feira, 6 de junho de 2008
"Vaidade de vaidades, tudo é vaidade." (Eclesiates 1:2)
quarta-feira, 4 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
Os se's da história
(Obra do artista Andrzej Dragan).
O homem, em pequenos quadrados.
O homem, em pequenos quadrados. (autoria desconhecida).
(ou, talvez, em pequenos pedaços, o que eventualmente seria mais apropriado).
Esperança (artista Zeh)
domingo, 1 de junho de 2008
O Tempo e a Jaboticaba (Autor Desconhecido)
Abraço,
Lycurgo
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Arte Visual e Informática
A conjunção de inúmeras variáveis leva a um cenário desafiador: o artista visual (assim todos os demais profissionais) tem de ser multifuncional, sendo capaz de exercer o que no passado era realizado por profissões independentes, como a do programador, a do editor, a do desenhista, etc. Por tudo isso, a arte, de modo geral, e as visuais, especificamente, não podem prescindir da tecnologia, notadamente da informática, pois esta é a ferramenta por excelência da Contemporaneidade. Veja, acima, um exemplo disso.
Abraço,
Lycurgo
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Momento para Refletir: "Os ombros suportam o mundo", de Drummond
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil. E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.

quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Momento para Refletir: Fantasia de Compensação
O aluno Leandro Garcia enviou-me um link para a obra "Fantasia de Compensação", do artista Rodrigo Braga (v. o site dele, principalmente o texto Dos bastidores de um auto-retrato). R. Braga costura partes de cadáver de um cachorro ao próprio corpo. Leiam a respeito, vejam as fotos e coloquem nos comentários o que vocês pensam a respeito da referida obra?segunda-feira, 5 de maio de 2008
Momento para Refletir: ainda sobre o amor
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor."
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Momento para Refletir: a arte das coisas simples
Cliquem aqui e vejam a série "Dream of Flying" de Jan von Hollenden e apreciem exemplos de obras artísticas feitas com material simples e idéias geniais. Realmente, a arte de qualidade pode ser feita das pequenas coisas. O que acham?Arte Comestível (?)
Veja um dos exemplos de objetos artísticos feitos com comida. Vocês seriam capazes de criar alguns com conteúdo semântico relevante, como este que parece ser um pão pedindo o pão de cada dia? Vejam também algumas outras obras neste link e, se quiserem, publiquem nos comentários um conteúdo semântico cabível para algumas das obras apresentadas no referido link. quarta-feira, 30 de abril de 2008
Momento para Refletir: qual a relação entre forma e conteúdo nas Artes Visuais?
Para o cartunista Bob Flynt, grande parte do que faz um personagem ser inesquecível é o seu design. Se é assim, será que vocês são capazes de identificar cada uma das silhuetas acima? Ah, para ver os desenhos em tamanho maior, é só clicar sobre eles.sexta-feira, 25 de abril de 2008
Momento para Refletir: A Arte e a Política
O cartaz acima, de autoria do artista Zeh (veja outros cartazes no excelente blog "Semana em Cartaz"), é uma manifestação relativa ao aumento da popularidade do presidente da República. Não há dúvidas de que é uma arte que almeja ter fim social (de mudança da sociedade), mas o interessante a saber é se o caráter social é ou não elemento central da obra. Ora, não creio que ela venha a influenciar a popularidade do Sr. Lula, mas, também, não penso que isso diminuirá a importância do cartaz em questão. Assim, uma obra artística que se diga com função social e que não tenha a menor efetividade no que diz respeito ao que almeja, ainda pode ser considerada arte? Ou, do contrário, há elementos na obra que são independentes de seu intuito social os quais são suficientes para garantir o seu caráter artístico e a mencionada função social nada mais é do que característica secundária, adjacente da obra, não servindo para caracterizar algo que possa ser entendido como função social da arte? O que pensam? quarta-feira, 23 de abril de 2008
Momento para Refletir: Existe Função Social na Arte?
As Artes Visuais podem submeter-se a ideologias e, assim, servirem de meios para provocação de mudanças na sociedade? Ou, do contrário, imagens como a acima exposta não podem ser consideradas arte e, uma das razões para tal, é que têm uma função social (no sentido de ser um instrumento de mudança do comportamento e da sociedade). Qual a sua opinião a respeito?









