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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Capa de The New Yorker


Segue acima a capa de The New Yorker que deu tanta confusão.
OBS.: Devo dizer que concordo com as Críticas que se fizeram a The New Yorker em razão desta capa de péssimo gosto, em que são retratados o Sr. Obama e sua esposa de maneira bastante delicada para a recente história dos EUA. Vale dizer que o Sr. John McCain (candidato republicano, o qual, pelo menos neste momento, tendo a considerar mais bem preparado do que o democrata) também considerou bastante inoportuna a referida capa.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

sábado, 7 de junho de 2008

Grande Cartum

Sempre achei o cartum uma forma de expressão artística interessantíssima, mormente porque é exigido do artista que expresse em poucos quadros e de forma criativa um pensamento, muitas vezes profundo e capaz mesmo de levar à reflexão. É, portanto, um elogio à síntese inteligente. Tenho aprendido algo com os Pingüins dos Trópicos, mas nada que se iguale ao volumoso trabalho do argentino Quino, criador de Mafalda. O cartum acima é retirado do seu livro “Quanta Bondade!”, embora eu já o tenha pego nesta forma digitalizada de outro site da Internet (do site omedi.net). Clique no cartum para vê-lo em tamanho maior e me diga se não é uma visão crítica perfeita da frivolidade que assola o homem na contemporaneidade.
Abs.,
Lycurgo

sexta-feira, 6 de junho de 2008

"Vaidade de vaidades, tudo é vaidade." (Eclesiates 1:2)

As proporções dizem tudo. Estamos ali, em algum lugar da imensidão daquela biloca chamada Terra. Júpiter e Saturno, por exemplo, são tecões e nem pensamos nisso. Ah... Agora sim, sabemos cada vez mais que em baixo do Sol, só vaidade. Aliás, “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade." (Eclesiates 1:2).

OBS.: Não sabe o que é biloca nem tecão? Se você chama isso de bola de gude é porque agora é tarde... Não teve infância.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Da série "A humanidade é tão grande, mas tão pequena"...

Mais uma da série:

"A humanidade é tão grande, mas tão pequena"...

terça-feira, 3 de junho de 2008

Os se's da história

Marilyn Monroe, Bruce Lee e Adolf Hitler, se a história tivesse sido outra.
Clique na imagem para vê-la em tamanho maior. Vale a pena.
(Obra do artista Andrzej Dragan).

O homem, em pequenos quadrados.

O homem, em pequenos quadrados. (autoria desconhecida).

(ou, talvez, em pequenos pedaços, o que eventualmente seria mais apropriado).

Sertanizar-se

Pesoalmente, acho esta imagem belíssima.

Esperança (artista Zeh)


"A única solução contra o desmatamento e a degradação da natureza é investir na educação básica da população. Não tem mistério." Zeh. (Retirado de Semana em Cartaz).

domingo, 1 de junho de 2008

O Tempo e a Jaboticaba (Autor Desconhecido)

O ilustre prof. Vicente Vitoriano enviou-me um email com um texto muito interessante, de autor desconhecido, e que já foi publicado por vários blogs. Já havia lido o texto antes, mas com o email que recebi, tive a vontade de postá-lo aqui, pois vale para os que já o leram (para que possam relê-lo), assim como para os que se defrontarão com ele pela primeira vez.
Abraço,
Lycurgo
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O Tempo e a Jaboticaba
(Autor Desconhecido)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos a limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Arte Visual e Informática

A conjunção de inúmeras variáveis leva a um cenário desafiador: o artista visual (assim todos os demais profissionais) tem de ser multifuncional, sendo capaz de exercer o que no passado era realizado por profissões independentes, como a do programador, a do editor, a do desenhista, etc. Por tudo isso, a arte, de modo geral, e as visuais, especificamente, não podem prescindir da tecnologia, notadamente da informática, pois esta é a ferramenta por excelência da Contemporaneidade. Veja, acima, um exemplo disso.
Abraço,
Lycurgo

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Momento para Refletir: "Os ombros suportam o mundo", de Drummond

(Carlos Drummond de Andrade)

Os ombros suportam o mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil. E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Mais uma da série: "A humanidade é tão grande, mas tão pequena..."

Mais uma da série: "A humanidade é tão grande, mas tão pequena..."

terça-feira, 6 de maio de 2008

Momento para Refletir: Fantasia de Compensação

O aluno Leandro Garcia enviou-me um link para a obra "Fantasia de Compensação", do artista Rodrigo Braga (v. o site dele, principalmente o texto Dos bastidores de um auto-retrato). R. Braga costura partes de cadáver de um cachorro ao próprio corpo. Leiam a respeito, vejam as fotos e coloquem nos comentários o que vocês pensam a respeito da referida obra?
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Abaixo, segue um texto retirado do site do artista:
"A série Fantasia de compensação foi realizada há quatro anos, utilizando procedimentos que mesclam produção plástica (real) e manipulação digital (virtual), não causando sofrimento e morte ao animal em questão, cujo corpo foi obtido mediante autorização formal (documento por escrito), concedida pelo Centro de Vigilância Ambiental da Prefeitura do Recife, visando utilização exclusiva para fins artísticos – tal qual são concedidas autorizações para fins científicos. O animal – que antes esteve em quarentena no aguardo de seus proprietários ou possível interesse de adoção – foi eutanasiado como procedimento padrão e final do processo legal e considerado necessário pelas autoridades sanitárias no controle de doenças transmissíveis a populações urbanas. Portanto, o cão não foi eutanasiado pelo artista, mas pelas autoridades responsáveis. O artista também não teve qualquer influência sobre os procedimentos adotados pelo centro municipal de controle de zoonozes. Ao invés de seguir para a cremação (como todos os outros animais recolhidos nas ruas e submetidos à eutanásia), o cão foi utilizado pelo artista seguindo cuidados higiênicos, legais e éticos. Neste mesmo site, o texto Dos bastidores de um auto-retrato esclarece o processo de realização da obra, ressaltando a relação de respeito que tem o artista em relação às questões éticas problematizadas pela sua obra. "

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Momento para Refletir: ainda sobre o amor

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor."

(Bíblia, I Coríntios 13:1-13)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Momento para Refletir: a arte das coisas simples

Cliquem aqui e vejam a série "Dream of Flying" de Jan von Hollenden e apreciem exemplos de obras artísticas feitas com material simples e idéias geniais. Realmente, a arte de qualidade pode ser feita das pequenas coisas. O que acham?

Arte Comestível (?)

Veja um dos exemplos de objetos artísticos feitos com comida. Vocês seriam capazes de criar alguns com conteúdo semântico relevante, como este que parece ser um pão pedindo o pão de cada dia? Vejam também algumas outras obras neste link e, se quiserem, publiquem nos comentários um conteúdo semântico cabível para algumas das obras apresentadas no referido link.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Momento para Refletir: qual a relação entre forma e conteúdo nas Artes Visuais?

Para o cartunista Bob Flynt, grande parte do que faz um personagem ser inesquecível é o seu design. Se é assim, será que vocês são capazes de identificar cada uma das silhuetas acima? Ah, para ver os desenhos em tamanho maior, é só clicar sobre eles.
As respostas estão nos comentários, mas não vale lê-las antes de tentar descobrir sozinhos, certo?
Abs.,
TL

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Momento para Refletir: A Arte e a Política

O cartaz acima, de autoria do artista Zeh (veja outros cartazes no excelente blog "Semana em Cartaz"), é uma manifestação relativa ao aumento da popularidade do presidente da República. Não há dúvidas de que é uma arte que almeja ter fim social (de mudança da sociedade), mas o interessante a saber é se o caráter social é ou não elemento central da obra. Ora, não creio que ela venha a influenciar a popularidade do Sr. Lula, mas, também, não penso que isso diminuirá a importância do cartaz em questão. Assim, uma obra artística que se diga com função social e que não tenha a menor efetividade no que diz respeito ao que almeja, ainda pode ser considerada arte? Ou, do contrário, há elementos na obra que são independentes de seu intuito social os quais são suficientes para garantir o seu caráter artístico e a mencionada função social nada mais é do que característica secundária, adjacente da obra, não servindo para caracterizar algo que possa ser entendido como função social da arte? O que pensam?

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Momento para Refletir: Existe Função Social na Arte?

As Artes Visuais podem submeter-se a ideologias e, assim, servirem de meios para provocação de mudanças na sociedade? Ou, do contrário, imagens como a acima exposta não podem ser consideradas arte e, uma das razões para tal, é que têm uma função social (no sentido de ser um instrumento de mudança do comportamento e da sociedade). Qual a sua opinião a respeito?